Tag: filosofia

Redpill, blackpill, sbrublespill… uma cena interessante do filme Matrix deu nome para vários movimentos culturais com base na internet, cada um pregando que o mundo é na verdade de um jeito e que o certo é adaptar suas atitudes e opiniões de acordo com ele. E como já estamos em estágio terminal de mistura entre cultura online e offline, vale muito a pena discutir o problema fundamental de todas essas teorias de funcionamento da realidade: no final das contas, todo mundo está escolhendo a pílula azul da alegoria do filme.

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Platão já falava sobre o mítico rei-filósofo no seu livro A República. Num resumo bem rasteiro, o filósofo grego (corporativista) dizia que as coisas só se resolveriam quando filósofos se tornassem reis, ou quando reis se tornassem filósofos. Argumentava sobre os problemas de alçar alguém sem os conhecimentos específicos do cargo para governar o povo. Como todo bom problema filosófico, persiste até hoje.

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Semana passada eu falei sobre um paradoxo filosófico antigo, o Navio de Teseu: se você trocar todas as partes de uma coisa, uma por vez, a coisa ainda é a original ou se tornou algo novo? Hoje vamos seguir em frente com as implicações dessa ideia na nossa mente. Com a quantidade absurda de informação que consumimos atualmente, será que ainda somos… nós?

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Há milênios filósofos discutem sobre o Navio de Teseu. Teseu era um herói da mitologia grega conhecido por enfrentar o Minotauro para salvar jovens atenienses. O barco no qual partiu para essa missão e retornou a sua cidade natal foi preservado pelos atenienses: cada vez que uma parte do navio apodrecia, trocavam por uma nova. Então, surge a dúvida: depois de todas as partes terem sido trocadas muitos anos depois, o Navio de Teseu ainda era… o Navio de Teseu?

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Provavelmente o meu maior defeito é querer explicar demais as coisas. Bom, pelo menos o maior que soe agradável para se mencionar em público… sabe como é, defeito de entrevista de emprego. Mas antes que eu faça a proeza de perder o fio da meada no primeiro parágrafo do texto, voltemos: acaba de me acontecer algo que eu quero que tenha explicação, mas ela ainda não veio.

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