Existe uma expressão da língua inglesa: “too big to fail”, a qual eu já traduzi no título deste texto. É muita usada no mundo dos negócios para descrever empresas que ficam tão grandes ao ponto de ser complicado sequer imaginar a sua falência. E é claro que as notícias sobre a Americanas pedindo (e conseguindo) recuperação judicial me fizeram pensar sobre isso.

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Hoje é Black Friday, data comercial importada dos EUA sem muita lógica cultural, mas que caiu como uma luva na mentalidade de consumo brasileira. Há alguns anos já estamos vendo novembro bater dezembro no número de vendas para muitas empresas, e tudo sugere que esse ano seja a mesma coisa. Black Friday é o novo Natal. Mas, por que deu tão certo?

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Com as eleições se aproximando, vamos ver mais e mais pesquisas de intenção de votos, e junto com elas, mais e mais pessoas quebrando a cabeça para fazer senso delas. Por que um candidato caiu? Por que o outro subiu? Foi algo que ele disse? Que ele fez? O que faz as pessoas definirem suas intenções? Muitas perguntas… e pra ser honesto, quase nenhuma resposta.

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Toda vez que eu tenho que pensar num tema para escrever, eu parto do seguinte princípio: ninguém perguntou. Claro, às vezes usamos ideias da página de sugestões, mas na média os temas do Desfavor vêm da nossa cabeça mesmo. Ninguém perguntou, mas eu vou contar por que acho importante ter isso em mente.

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Existem várias formas de tirar vantagens do cidadão médio, e vários profissionais cuja carreira se baseia nisso. Enquanto funcionários públicos, vendedores e golpistas de todos os tipos costumam levar a fama, tem uma outra classe de possíveis especialistas em te enganar: os designers. Hoje vamos falar sobre o design malicioso.

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