Com as várias denúncias de abusos que vão se acumulando contra Saul Klein, filho do fundador das Casas Bahia, podemos ver como o ser humano pode ser terrível, especialmente se tiver dinheiro e poder para bancar suas vontades. Mas, não é que as vítimas aceitavam o convite, voltavam e às vezes até tinham uma espécie de relação com o vilão?

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Ontem, por decisão unânime dos jurados, Derek Chauvin foi considerado culpado pela morte de George Floyd. Para quem não está ligando os nomes às pessoas: foi o caso que gerou o estopim para as imensas manifestações contra o racismo nos EUA ano passado. A imagem do policial Chauvin ajoelhado sobre o pescoço de Floyd tornou-se símbolo dos abusos cometidos pela força policial americana contra populações marginalizadas. Sobre o mérito da condenação, há pouco o que se dizer: mesmo que você acredite que no fundo não era a intenção do policial, ele assumiu o risco e isso tem um preço.

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Foi a diversão da semana passada: escrever coisas aleatórias para a inteligência artificial do Bradesco, chamada de BIA, e receber respostinhas lacradoras em troca. É a segunda mulher virtual famosa engajada em combater o terrível problema de pessoas ofendendo programas de computador, seguindo os passos da Lu, da MagaLu. Finalmente estamos evoluindo como sociedade!

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Se alguém colocou no bolão, parabéns: morreu aos 99 anos de idade o príncipe Philip, marido da rainha Elizabeth do Reino Unido. E isso provavelmente não vai surpreender ninguém, mas muita gente da esfera lacradora internacional está comemorando. Comemorando a morte de um nazista, racista, sexista e tudo mais que conseguiram atribuir à pessoa. Mau gosto, desinformação ou crítica justa? Um pouco de tudo.

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