Autor: Somir

Hoje em dia já é procedimento padrão: se a pessoa vê na internet uma foto dela ou de alguma pessoa que defende muito exposta ou mesmo fazendo algo reprovável, já acusa de montagem. De tão arraigada na mentalidade popular, a defesa habitual faz milagres como fazer quase todo brasileiro escrever “Photoshop” direito! Todos sabemos que editar fotos é possível e até que bem acessível para o cidadão médio. Mas, com vídeos a coisa costuma ser diferente… bom, pelo menos por enquanto. Falemos do FakeApp.

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O ano era 1947. A Segunda Grande Guerra terminara há pouco, e o mundo pensava em como lidar com os judeus que se acumulavam nas terras palestinas. Os britânicos, donos do território árabe, mantinham uma política de bloqueio de imigração para manter a região minimamente estável. A recém-criada ONU sugere a criação de um estado judeu na área. Os britânicos se negam, pois estavam sendo atacados por terroristas judeus há vários anos. Com a recusa, surge um novo plano: criar um Estado judaico na América do Sul, mais precisamente no Brasil.

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Continuamos a Semana judia! aqui no desfavor, e hoje eu atendo um pedido especial da Missão Informativa dos Judeus Online: um texto falando sobre o mito do controle dos judeus sobre a imprensa, a mídia, corporações e políticos. Segundo o que me foi proposto, já passou da hora de alguém falar sério sobre isso. Concordo. Vamos acabar de uma vez por todas a desinformação ao redor do tema!

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Alguns devem se lembrar do atentado acontecido em Toronto, no final do mês passado. Um homem pegou uma van e arremessou contra uma multidão, matando dez pessoas. Como as autoridades ainda estavam na dúvida se era um ataque de muçulmanos, pareceu que a van tinha atacado sozinha… mas, ao perceberem que era um homem branco sem conexões com a “religião da paz”, as informações voltaram a fluir. E o descoberto consegue ser ainda mais bizarro que matar pessoas por um ser imaginário… cidadão fez o que fez porque ninguém queria fazer sexo com ele. Hoje falamos dos incels.

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